Entre talentos do Brasil e rock contagiante, Canto Aberto brilha com etapa nacional e show da Acoustix

 

O terceiro dia da 14ª edição do Festival Canto Aberto reafirmou a grandeza do evento e sua importância no cenário cultural de Três Pontas. Na véspera do feriado do Dia do Trabalhador, nesta quinta-feira (30), o festival entregou uma programação memorável, reunindo desde jovens talentos da rede de ensino até artistas profissionais, em uma verdadeira celebração da música brasileira.

A noite começou valorizando a base da cultura local, com a apresentação dos vencedores da etapa estudantil – categoria C –, envolvendo CMEIs e escolas infantis. Em meio a uma torcida entusiasmada e participativa, foram anunciados os destaques: Colégio Travessia, Escola Municipal Nilda Rabello Reis e CMEI Mário Fernandes de Carvalho, 1º, 2º e 3º lugar respectivamente.

Na sequência, o palco recebeu os candidatos à final do festival, reunindo cantores e compositores de diversas regiões do Brasil. Mais do que uma competição, o momento evidenciou o alcance nacional do Canto Aberto, que atrai artistas que reconhecem em Três Pontas um território simbólico da música brasileira — terra de Milton Nascimento e referência cultural consolidada. Muitos participantes, cada um com seu sotaque, destacaram a emoção de se apresentar na cidade, alguns pela primeira vez, outros já familiarizados com a tradição do festival.

Ao todo, foram 20 apresentações marcadas pela diversidade estética e pela profundidade das composições. As canções trouxeram temas ligados à cultura brasileira, aos costumes e, sobretudo, aos sentimentos — com o amor em suas múltiplas formas como destaque. A qualidade artística elevou o nível da disputa e tornou a decisão do corpo de jurados ainda mais desafiadora. Ao final, 10 músicas foram classificadas para a grande final, juntando-se às 5 já selecionadas na etapa local nesta sexta-feira.

Encerrando a noite em grande estilo, a Banda Acoustix transformou a Praça Cônego Victor em um verdadeiro espetáculo musical. Com um repertório que transitou entre clássicos do rock nacional e internacional das décadas de 80 e 90 até sucessos contemporâneos, o público viveu uma experiência vibrante e nostálgica. O show, inédito na cidade, proporcionou momentos de dança, celebração e conexão, reforçando o papel da música como linguagem universal.

Foram duas horas intensas que sintetizaram o espírito do Festival Canto Aberto: promover encontros, valorizar talentos e celebrar a cultura. Mais do que entretenimento, o evento se consolida como um importante patrimônio cultural de Três Pontas e um ponto de encontro da música brasileira.


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