O ex-senador Clésio Andrade (PSB) desistiu da pré-candidatura ao Governo de Minas e também descartou integrar a chapa do deputado federal Patrus Ananias (PT) como candidato a vice-governador. Clésio afirmou que só concorreria ao Palácio Tiradentes caso tivesse o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que definiu Patrus como o nome do partido para a disputa estadual.
A decisão ocorre em meio às negociações entre PT e PSB para a formação de uma aliança em Minas Gerais. Com a confirmação de Patrus como pré-candidato ao governo, a expectativa é que o PSB indique o nome que ocupará a vaga de vice na chapa.
Clésio, que vinha sendo apontado por integrantes do partido como um dos principais cotados para ser o vice do governo, afirmou que agora pretende atuar em favor da coligação.
Clésio diz que ajudará a coligação
O ex-senador afirmou que a decisão do presidente Lula de apoiar Patrus encerrou a possibilidade de sua candidatura ao Governo de Minas. “Só seria candidato com apoio do presidente Lula, que já tem seu candidato. Vou ajudar o partido e a coligação na função que for designado.” Questionado sobre a possibilidade de ser escolhido para a vaga de vice-governador, Clésio descartou essa hipótese.
PSB ainda definirá quem será o vice
A retirada de Clésio da disputa reduz a lista de nomes do PSB que podem compor a chapa encabeçada por Patrus Ananias.
Entre os cotados estão o ex-presidente da Fiesp Josué Gomes, apontado como o nome preferido do presidente Lula (PT), e o ex-procurador-geral de Justiça Jarbas Soares, que mantém a pré-candidatura ao Governo de Minas e também aparece entre as alternativas da legenda para ocupar a vaga de vice.
A definição deve ocorrer durante as negociações entre PT e PSB antes das convenções partidárias.
